CONHEÇA NOSSA NOVA MÚSICA DE TRABALHO: NOSSAS ORIGENS

NOSSAS ORIGENS

Enio Silveira / Xico Silveira

 

Levo a vida cantando o rio grande pois esta bandeira meu pai me deixou,

Me mostrando que a nossa cultura merece respeito ele assim me criou.

Qual cambona tisnada do fogo a alma deste povo ergueu a bandeira

Foi criando alicerce de guapo, e forjando o gaucho farrapo, rude estampa

marcou sua fronteira.

 

Se é urbano, da pampa ou serrano, diferentes dialetos talvez,

Mas com a mesma garra de índio forte, aguerrido e com altivez

Recriando a paisagem de guerra, de cavalo ao som de clarim

Pra defender a pátria sulina, se preciso se ergue em motim.

 

Me orgulho em cantar a minha terra, sem jamais renegar o que sou,

O Meu pai mostrou o caminho, pois assim eu sei para onde vou.

Me orgulho em cantar a minha terra, sem jamais renegar o que sou,

O Meu pai mostrou o caminho, pois assim eu sei para onde vou.

 

 

Em qualquer lugar por onde ande o povo do Rio Grande relembra o passado

Referenda os heróis farroupilhas cantando seu hino com olhos molhados

Nunca esquece das suas origens, do churrasco e do chimarrão

Contam causos de honra e bravura, repassando aos filhos ternura,

se aquecendo num fogo de chão.

 

Se é urbano, da pampa ou serrano, diferentes dialetos talvez,

Mas com a mesma garra de índio forte, aguerrido e com altivez

Recriando a paisagem de guerra, de cavalo ao som de clarim

Pra defender a pátria sulina, se preciso se ergue em motim.

 

Me orgulho em cantar a minha terra, sem jamais renegar o que sou,

O Meu pai mostrou o caminho, pois assim eu sei para onde vou.

Me orgulho em cantar a minha terra, sem jamais renegar o que sou,

O Meu pai mostrou o caminho, pois assim eu sei para onde vou.

© 2019 Criado por Estribo de Prata. C
ESTRIBO DE
PRATA